quinta-feira, 11 de julho de 2013
Alcidio, enquanto Pereira, enquanto Compositor, enquanto Poeta...enquanto Pinhalense.: Tradição Caipira
Alcidio, enquanto Pereira, enquanto Compositor, enquanto Poeta...enquanto Pinhalense.: Tradição Caipira: Um quadro na imaginação 09-07-2013 De: Alcidio Pereira Pinhalense Pintei um quadro, em minha emoção, Bem lá no fundo, o meu bem quer...
terça-feira, 9 de julho de 2013
Tradição Caipira
Um quadro na imaginação
09-07-2013
De: Alcidio Pereira Pinhalense
Pintei um quadro, em minha emoção, Bem lá no fundo, o meu
bem querer,
Em uma tela, cheia de paixão, No mesmo quadro, Deus Pintou
você,
Céu estrelado, e com Lua cheia, Onde eu ficava com a imagem
tua,
Enamorado, muito apaixonado, Fazendo versos, em homenagem a
Lua.
Nas mesmas cores da imaginação, Pintei de tudo, que consegui
ver,
O firmamento lá do meu sertão, O mais querido de todo o
viver.
Fiz um ranchinho, e um casal de idosos, Ainda novos, ainda
posso ver,
E em cada cena, todas me comovem Como é lindo meu sertão
rever.
Meio a paisagem, corre caudalosa, Como a história de Papai
ouvi,
Um riozinho banhando as lembranças, Desse meu tempo, onde
fui guri.
Em toda mata um verdor real, Onde a esperança habita
tranquila,
Um Ribeirão, hoje tão real, Que lá das Minas, veio com a
família.
Meu Ribeirão nasceu onde os índios Catavam pinhas, meio ao
um pinhal,
Antigamente na mata nativa, Tinha a extensão de um vasto
pinheiral.
Hoje a distancia que de mim separa, Fica tão perto na
imaginação,
Durmo e acordo, revendo na imagem, As coisas lindas lá do
meu sertão.
Hoje em dia quase não tem nada, A Lua Amada, até desbotou,
Rios com pontes borrando a paisagem, o negro asfalto, a
estrada enlutou,
Até a criança das minhas lembranças, fugiu no tempo,
cresceu, dispersou.
Como o sertão também fiquei velho, Resta na saudade; Um
Ribeirão de amor.
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